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Crítica por: Carla de Porto

Não é o primeiro.

Crítica por: Fernanda Damas Cabral(n.1945) de Lisboa

O filme de Soderbergh, nascido em 1963, e o filme de Bryan Singer, nascido em 1965, têm pontos de leitura convergentes que eu aprecio muito. Parece uma nova geração a olhar par trás, tal como a de Escritores, Pintores e Realizadores, nascidos entre 44 e 47. Não se dá conta num olhar mesmo que encantado, mas estes dois grupos geracionais estão a retirar ao século XX, os seus tabus, as suas distorções, o horror de algumas datas dessa história, e a trazer à luz do Tempo, a intrínseca verdade de algumas figuras, que mesmo míticas são reveladas numa humanidade cujos contextos não se encontram tão distantes quanto isso. CHE nunca poderá ir além desta imagem e o que é aterrador, como diz o realizador numa entrevista,é o facto de um homem que é o símbolo emblemático do Revolucionário Comunista, vender todos os seus ícones em objectos completamente nulos face ao que eles representam da pureza do seu sentir rvolucionário, tal fenómeno que começou no século XX e continua no XXI tem que dar que reflectir sobre o que move as pessoas de forma tão destitída de verdadeiro sentido. A mim, Soderbergh fez-me aflorar esta complexa carga de pensamento. Só por isso eu acho que O Argentino, é um grande filme e esta geração promissora, numa nova de maneira de dar a ler o passado ainda recente e muito olhado.Que me perdoem se eu não fui capaz de explicar exactamente o que queria.

Crítica por: M R Barros de Lisboa

‘No teu deserto’, de Miguel Sousa Tavares, é uma decepção. Decepciona a escrita descuidada que irremediavelmente banaliza a história. Pensará MST que optar por um ‘estilo literário’ descurado o aproxima da ‘simplicidade da escrita’ ou do leitor? Decepciona a descrição estereotipada da figura e natureza femininas e a visão primária do relacionamento entre homem e mulher. Pior, é MST se ter servido da voz de Cláudia, que não é um personagem ficcional e já não pode refutar as palavras supostamente suas, para um exercício ególatra de confrangedora autopromoção. Decepção e incredulidade.

Crítica por: Fusco Lusco de Setúbal, Portugal

Tinha tudo para correr mal. Quatro teenagers – ou muito perto disso – ainda perseguidos pelo acne juvenil, o aspecto Emo que faz lembrar uns Cure só que bem vestidos, uma formação tradicional – bateria, baixo, teclas, guitarras e vozes – e mais um daqueles discos de lamentos sobre o estado do mundo e a dor da alma. Porém, depois de dias passados a escutar "XX" em modo loop, de uma coisa o Fusco está certo. O prémio para a melhor estreia do ano de 2009 deve ser entregue aos XX. “XX” é um disco com doses tripartidas de hipnose, celebração e melancolia, onde um groove sonambulesco se deixa levar por teclados que arranham e guitarras que parecem estar num praia longínqua a domar ondas de uma altura respeitável. Penso numa casa assombrada pelas guitarras lacrimejantes de Chris Isaac, vigiada pelo monumento colossal dos Young Marble Giants e onde delírios fílmicos de David Lynch são projectados em paredes nuas. Um curto poema, atravessado por lágrimas e risos, a que o Fusco oferece 9 letras X (em 10). In: (...)

Crítica por: Carla de Porto

Não é o primeiro.

Crítica por: filipe otacio t. feitoza de brasil

eu gostei bastant da pintura e tbm os detalhes q estao presentes nla

Crítica por: Fusco Lusco de Setúbal, Portugal

É obra. Ao 12º longa-duração, os Yo La Tengo oferecem-nos um disco que parece ter sido criado por jovens rebeldes com a adrenalina à solta e a criatividade em estado de alerta máximo. Comentário ao disco em (...)

Crítica por: filipe otacio t. feitoza de brasil

eu gostei bastant da pintura e tbm os detalhes q estao presentes nla

Crítica por: Carla de Porto

Não é o primeiro.

Crítica por: Carla de Porto

Não é o primeiro.